Estica e Puxa (Design Experimental)
Experimento de distorção tipográfica perseguindo o conceito de “Estica e Puxa”. A ideia é encontrar uma linguagem visual que possa ser flexibilizada literalmente, desmontada, montada e remontada.
Desenvolvimento
O primeiro passo era escolher uma tipografia que pudesse ser flexibilizada tanto em seus eixos horizontais e verticais, como em sua largura, altura, comprimento e espessura, depois escolher algumas de suas letras para fazerem parte do experimento e expressarem a ideia. Foi escolhida a tipografia Roboto Mono, peso Bold, e as letras escolhidas são: I, H, E, L, Z, N. Depois da escolha, a tarefa era esticar, puxar, flexibilizar ao máximo as hastes, eixos verticais, serifas egípcias e eixos horizontais, mudar as espessuras, afinar umas e alargar outras, apertar as contra-formas, afastar as paralelas, desalinhar terminações, ascendentes e descendentes e transgredir ao máximo o desenho da letra.
Desenvolvimento
A partir daí foram feitas algumas montagens, composições e combinações para explorar os resultados e demonstrar a riqueza das possibilidades.​​​​​​​
Considerações Finais
Nesse breve experimento a tipografia revela-se uma excelente ferramenta, talvez a principal de que um designer ou diretor de arte pode dispor para criar linguagens visuais, independente do estilo e da finalidade pretendidos.
A tipografia de forma geral como escolha de famílias e manipulação delas, é algo muito flexível e adaptável não só visualmente mas também conceitualmente às pretensões e necessidades projetuais do dia-a-dia do trabalho com linguagens visuais.​​​​​​​
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